Museologia e Museus


Abrange a teoria museológica, história dos museus, questões relacionadas à formação profissional, administração, planejamento, patrimônio, memória, etc.


Livros e Outras Publicações

A Alegoria do Patrimônio
Françoise Choay
São Paulo: UNESP, [s.d.]. 288 p.
Á venda nas livrarias virtuais: Saraiva

Resumo:
A alegoria do patrimônio reconhece a urgência de uma mudança de orientação que possa reverter o desenrolar da indiscriminada e acelerada especulação com os bens patrimoniais. As abordagens das relações estabelecidas com o patrimônio propõe uma reflexão sobre o futuro das sociedades e focaliza os bens culturais representados pela arquitetura e pelas cidades, discutindo e defendendo uma antropologia da apropriação do espaço no tempo, e seu futuro.

Bibliografia Museológica
Fausto Henrique Santos e Neuza Fernandes
Rio de Janeiro: Museu da República, 1990, 113p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – Catálogo de livros / Sistemas de Bibliotecas da UNIRIO/ Bibliotecas do SIBI – USP

Bibliografia Museológica
Fausto Henrique Santos e Neuza Fernandes
Rio de Janeiro: Museu da República, 1994, 2. ed., 189p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – Catálogo de livros / Sistemas de Bibliotecas da UNIRIO/ Sistemas de Bibliotecas da PUC-RIO
/Bibliotecas do SIBI – USP

Bibliografia sobre Museus e Museologia
Coord. Maria Christina Barbosa de Almeida
São Paulo: USP, Comissão de Patrimônio Cultural, 1995.
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – Catálogo de livros / Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP

Bibliografia sobre Museus e Museologia
Maria Christina Barbosa de Almeida, coord.
São Paulo: USP, Comissão de Patrimônio Cultural, 1997. 2 ed. rev. e ampl.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP/Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Boletim
Associação Brasileira de Museologia
Rio de Janeiro : Associação Brasileira de Museologia, 1981-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1981-82 (1-4); 1985 (8-11); 1986 (11)

Boletim
Programa Nacional de Museus, Fundação Nacional Pró-Memória (Brasil)
Rio de Janeiro : A Fundação, 1983-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1983-86 1-7]

Boletim do Museu Carlos Costa Pinto
Biblioteca, Fundação Museu Carlos Costa Pinto.
Salvador : A Fundação, 1976-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1983 8(1-2); 1984 9(1-2); 1985 10(1-2); 1986/87 11; 1988-89 12-13; 1990/91 14; 1993-000 16-23]

Boletim do Museu da Casa Brasileira
São Paulo : O Museu, 1974-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1976 3(3)]

Boletim do Museu Histórico do Estado do Ceará
Fortaleza: O Museu, 1935-1936.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1935 1-2 ]

Boletim dos museus
Secretaria de Estado da Cultura, São Paulo.
São Paulo: Dema, 1990-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1990/91 1(1-3), 1990 1(1-2)]

Boletim do Serviço de Museus da Divisão de Patrimônio Histórico e Artístico, Guanabara
Rio de Janeiro, RJ: O Serviço, 1968-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1969 2(3); 1971 1(1)]

Boletim. Seminários
Museu da Casa Brasileira
São Paulo: Museu da Casa Brasileira, 1974-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1974-76 (1-3)]

O Brasil descobre a pesquisa científica: os museus e as ciências naturais no século XIX
Maria Margaret Lopes
São Paulo: Hucitec, 1997. 369 p. il.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Cadernos museológicos
Instituto Brasileiro de Patrimônio Cultural
Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Patrimônio Cultural, 1989_
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares 1989 1/2; 1990 3]

Centros e Museus de Ciência: Visões e Experiências
Miriam Goldman de Castro; Silverio Crestana e Gilson R. de M. Pereira
[s.l.]: Saraiva, 1998. 240 p.
Fonte: Submarino

Resumo:
Nascido dos encontros de especialistas, o programa nacional de popularização da ciência prevê fornecer subsídios para uma discussão sobre a inserção dos centros e museus de ciências nas estratégias de desenvolvimento científico e tecnológico do país.

Topo

Ciência do homem e museologia: sugestões em torno do Museu do Homem do Nordeste do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais
Gilberto Freyre
Recife: IJNPS, 1979. 54p. il. (Série Documentos, 14)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Comissão Rondon e o Museu Nacional
Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura, 1945. 1v.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Como Explorar um Museu Histórico
Ulpiano T. Bezerra de Meneses … [et al.]
São Paulo: Museu Paulista, 1992. 29p. il.
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas/ Bibliotecas do SIBI – USP

Congresso Nacional de Museus – Anais (9: 1985: São Paulo)
São Paulo: Associação Brasileira de Museologia, 198?. 40p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Ecomuseu da cultura caipira. Relatório sobre o projeto museológico
Maria Cristina Bruno
São Paulo: Sistema Nacional de Museus, 1988. 20p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Elementos de Museologia – História dos Museus
Vinício Stein Campos
São Paulo: Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo. 197?
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP

Elementos de Museologia – História dos Museus (Europa, Ásia, África)
Vinício Stein Campos
São Paulo: [s.n.]. 1973
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP

Encontro Internacional de Ecomuseus – Anais (1: 1992: Rio de Janeiro)
Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal, 1992. 441p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP

Encontro de Museus do Paraná – Memória (1: 1988: Guarapuava)
Guarapuava: Secretaria de Estado da Cultura/ Coordenadoria de Museus, 1988, 273 p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Encontro de Museus do Paraná – Memória (2: 1989: Cascavel)
Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura, 1989, 259 p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Estudos de Museologia (Caderno de ensaios; n.2)
Rio de Janeiro: Instituto Patrimônio Histórico Artístico Nacional, 1994 , 83 p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Central UnB/ Biblioteca Nacional – BN/ Sistemas de Bibliotecas da UNIRIO

A fabricação do imortal: memória, história e estratégias de consagração no Brasil
Regina Abreu
Rio de Janeiro: Lapa, 1996. 225 p. ISBN 85-325-0667-4
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR

III Fórum Estadual de Museus – Anais (3: 1992: Santa Maria)
Santa Maria: UFSM, 1992. 130p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Guia de Museus Brasileiros
Maria Christina Barbosa de Almeida, coord.
São Paulo: USP, Comissão de Patrimônio Cultural, 1996. 264p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – BN/ Bibliotecas do SIBI – USP/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Guia de Museus Brasileiros
Maria Christina Barbosa de Almeida, coord.
São Paulo: USP, Comissão de Patrimônio Cultural, 1997. 354 p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – BN/ Bibliotecas do SIBI – USP/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Guia dos Museus do Brasil
Fernanda de Camargo e Almeida Moro
Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1972. 317p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Guia dos Museus do Brasil
Maria Elisa Carrazzoni
Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1978. 2ª ed. Série Guias Culturais Brasileiros.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Topo

A Idéia da criação do Museu Histórico Nacional
Adolpho Dumans
Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 1947. 103p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Introdução à técnica de museus
Gustavo Barroso
Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica, 1947.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas, Bibliotecas do SIBI – USP

Introdução à técnica de museus
Gustavo Barroso
Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica, [s.d.], 2. ed..
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Introdução ao ensino dirigido de museologia: exercício I
Fernanda de Camargo Almeida Moro e Maria de Lourdes Martins do Rego Novaes
Rio de Janeiro: Associação dos Membros do ICOM, AMICOM: Comitê Brasileiro do International Council of Museums, 1977. 141p.
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas UFBA/ Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Sistemas de Bibliotecas da UNIRIO
/ Sistemas de Bibliotecas da PUC-RIO/ Bibliotecas do SIBI – USP

Manual de Orientação Museológica e Museográfica
São Paulo: Governo do Estado de São Paulo/ Departamento de Museus e Arquivos, 1987. 43 p. : il.
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas UFBA/ Livros Biblioteca Nacional – BN/ Biblioteca do Museu da República – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP

Memória do pensamento museológico contemporâneo :documentos e depoimentos
Marcelo Mattos Araujo e Maria Cristina Oliveira Bruno, org.
São Paulo : Comitê Brasileiro do ICOM, 1995.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Museália
Mário Chagas
Rio de Janeiro: JC Editora, 1996. 120p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Museologia
Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Museologistas, 1968-
Instituições Depositárias: Bibliotecas SIBI – USP
[exemplares: 1968 1(2); 1971 (3)]

Museologia e turismo: os caminhos para a educação patrimonial
Maria Cristina Oliveira Bruno
s.l.: Coordenadoria de Ensino Técnico – Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, 1998. 111p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas SIBI – USP
[exemplares: 1968 1(2); 1971 (3)]

Museu Aberto do Descobrimento: o Brasil renasce onde nasce
[S.l.]: Fundação Quadrilátero do Descobrimento, 1994. 236 p.
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR

Museu: aquisição/documentação; tecnologias apropriadas para a preservação dos bens culturais
Fernanda de Camargo-Moro
Rio de Janeiro: Livraria Eça Editora, 1986. 309p. il. (Coleção Eleutherias).
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – BN/ Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP/ Sistemas de Bibliotecas da UNIRIO/ Sistema Integrado de Bibliotecas UFBA

Museu de arte sacra e museu paulista: estudo comparativo
Cacilda Nunes Casado
São Paulo: s.n., 1980.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Museu: coisa velha, coisa antiga
Mario de Souza Chagas, coord.
Rio de Janeiro: UNIRIO, 1988 (Série Textos museológicos, 1) [observação: folheto]
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN

Museu Histórico Nacional 1997: volume 29 – Anais
Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional/ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 1997.
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Museu Histórico Nacional 1998: volume 30 – Anais
Rio de Janeiro: O Museu/ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 1998.
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Museu ideal
Regina Monteiro Real
Belo Horizonte: Tipografia da Faculdade de Direito da Universidade de Minas Gerais e do Centro Regional de Pesquisas Educacionais, 1958. 40p. il.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Museu Paulista- Anais
São Paulo: Universidade de São Paulo.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
(dispõe de várias edições do ano 1922 (1) a 1993 (97)

Museu Paulista : historia e cultura material – Anais
São Paulo: Universidade de São Paulo: [1993?]. 309p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Museu Paulista : história e cultura material 1994 – Anais
São Paulo: Universidade de São Paulo, [1995?]. 335 p. (Nova serie; v. 2)
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Museu Paulista : historia e cultura material 1995 – Anais
São Paulo: Universidade de São Paulo, [1996?]. 199 p. (Nova serie; v. 3)
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Museu Paulista : historia e cultura material 1996 – Anais
São Paulo: Universidade de São Paulo, [1997?]. 327 p. (Nova serie; v. 4)
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

Museu Paulista : historia e cultura material 1997 – Anais
São Paulo: Universidade de São Paulo, [1998]. 327 p. (Nova serie; v. 5)
Instituições Depositárias: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas

O museu e a vida
Danièle Giraudy e Henri Bouilhet (tradução de Jeanne France Filiatre Ferreira da Silva)
Rio de Janeiro : Fundação Nacional Pró-Memória, 1990. 100p. il.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Museu reflexões
Maury Rodrigues da Cruz
Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura, 1993. 99 p
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR/ Bibliotecas do SIBI – USP

Museus acolhem moderno
Maria Cecília França Lourenço
São Paulo: EDUSP, 1999. 286p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Topo

Museus: adequados a abrigar coleções?
Gael de Guichen (tradução : Waldisa Russio)
São Paulo: Museu da Indústria, Comércio e Tecnologia, 1980. 16p. (Série Museus e Técnicas, 1).
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Os museus no mundo
Roberto Rojas, Jose Luis Crispan e Manuel Trallero
Rio de Janeiro: Salvat, 1979. 141p. (Série: Biblioteca Salvat de Grandes Temas)
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da UNIRIO

Museus para o povo: um estudo sobre museus americanos
José Valladares
Bahia: Secretaria da Educação e Saúde, 1946. 105p. (Publicações do Museu do Estado da Bahia, 6
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Museus do Rio
Neusa Fernandes e Sonia Gomes Pereira
Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 1973. 123p. il.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Biblioteca do Museu da República – IPHAN

Museu e Técnicas
São Paulo : Museu da Indústria, Comércio e Tecnologia de São Paulo, 1980. [exemplares: 1980(1-4) ]
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

A nova realidade do museu
Rui Mouräo
Ouro Preto: Ministério da Cultura/ IPHAN/ Museu da Inconfidência, 1994. 105 p. il.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos- IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP

Núcleo museológico – relatório sobre projeto museológico para a Universidade Federal de Sergipe
Maria Cristina Bruno
Sergipe: Universidade Federal de Sergipe, 1988. 9p.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

O objeto de estudo da museologia
Peter van Mensch
Rio de Janeiro: Uni-Rio/UGF, 1994. 22p.
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da UNIRIO/ Bibliotecas do SIBI – USP

Patrimônio em processo
Maria Cecília Londres Fonseca
Rio de Janeiro: Editora UFRJ/ MinC-IPHAN, 1997. 316 p.
Observação: esgotado
Fonte: Editora UFRJ

Resumo:
Através dos processos de tombamento abertos entre 1970 e 1990, este livro demonstra as modificações da política de proteção ao patrimônio histórico, sua conceituação e a busca de novos instrumentos de proteção a partir do novo contexto sociopolítico que se instaurou no País, sobretudo a partir da década de 1980.

Plano Diretor
Stuart Davies (tradução de Maria Luiza Pacheco Fernandes)
São Paulo: EDUSP: Fundação Vitae, 2001. 57 p. (Série Museologia: roteiros práticos ; n.1)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Por trás das imagens do museu
Kate Atkinson
Rio de Janeiro: Rocco, 1998. 392 p.
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR
Á venda nas livrarias virtuais: Submarino

Projeto museu / Mobral: uma experiência
Eunice Arruda Marcondes Cesar
São Paulo: Museu da Indústria e Tecnologia de São Paulo, 1980.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

O que é museu
Marlene Suano
São Paulo: Brasiliense, 1986. 101 p. il. (Coleção Primeiros Passos, 182)
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN/ Bibliotecas do SIBI – USP/ Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

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A retórica da perda: os discursos do patrimônio cultural no Brasil
José Reginaldo Santos Gonçalves
Rio de Janeiro: Editora UFRJ/ MINC-IPHAN, 1996. 156 p.
Fonte: Editora UFRJ

Resumo:
Análise do discurso dos intelectuais associados à formulação e implementação de políticas oficiais de patrimônio cultural, da década de 1930 até os anos 1980, como responsáveis pela contribuição da memória e identidade nacionais.

Revista de Museologia
São Paulo: Instituto de Museologia de São Paulo/Fundação Escola de Sociologia e Política, 1989. vol. 1, n. 1 (observação : único número publicado)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Revista do Museu Nacional
Rio de Janeiro: Museu Nacional, 1944-
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
[exemplares: 1944/45 (1-5)

Seminário sobre Museus-Casas – Anais (1: 1997: Rio de Janeiro)
Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1997
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN/ Biblioteca do Paço Imperial – IPHAN

Situação dos museus e coleções da Universidade de São Paulo: levantamento realizado entre agosto e novembro de 1982
Marlene de Azevedo
São Paulo: Eça, 1982
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Subsídios para implantação de uma política museológica brasileira
Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais – IJNPS
Recife: MEC, 1976. 58P. (Série Documentos/ IJNPS, 5)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP/ Sistema de Bibliotecas da UNIRIO/ Sistema Integrado de Bibliotecas UFBA/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Sugestões em torno do Museu de Antropologia no Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais
Gilberto Freyre
Recife: Universidade do Recife, 1960. 41p. il. (Série Documentos, 14)
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR/ Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca

Thesaurus para acervos museológicos
Helena Dodd Ferrez e Maria Helena S. Bianchini
Rio de Janeiro: Fundação Nacional Pro-Memoria, Coordenadoria Geral de Acervos Museológicos, 1987. 2v.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP/ Sistema de Bibliotecas da UNIRIO

O velho no museu: nova memória do homem do nordeste
Mario de Souza Chagas e Isolda Belo
Rio de Janeiro: Mouseion [observação: folheto]
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN

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Teses e Dissertações

Acervos Artísticos: proposta de um modelo estrutural para pesquisas em artes plásticas
Diana Farjalla Correia Lima
Orientadores: Lena Vânia Ribeiro Pinheiro; Lamartine Pereira da Costa
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Arte, Museu e Informação enfocados de modo interativo e determinados como tema básico relacional para os estudos dos problemas das pesquisas de obras de artes plásticas, que buscam deslindar a mensagem que o objeto artístico encerra, estabeleceram a discussão voltada para detectar e analisar questões que aparecem no domínio do conhecimento da arte, tanto a nível teórico quanto na prática exercida. A investigação desenvolvida contempla a temática que trata da noção da arte como forma simbólica de expressão, como signo cultural e centrando sua análise na afirmação técnico-conceitual que indica a necessidade de se estabelecer o(s) referente(s) de interpretação, coexistente e posterior, isto é, os significados e os contextos relacionados às percepções da criação e da reflexão, que são produzidos acerca da manifestação artística. Configura, em concordância, um quadro desse enredo cultural como cenário para o estudo do ambiente artístico e suas peculiaridades delimitando o espaço social das artes plásticas e apresentando suas relações de comunicação e poder, conforme a concepção do campo cultural e artístico estudada por Pierre Bourdieu. (…)

Apolo e Dionísio no Templo das Musas; Museu: gênese, idéia e representações na cultura ocidental
Tereza Cristina Scheiner
Orientador: Paulo Roberto Gibaldi Vaz
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Comunicação
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: UFRJ – Escola de Comunicação/ Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Análise do fenômeno Museu em sua gênese e manifestações na cultura ocidental. A partir das relações entre a sociedade, memória e documento, analisa o Museu como representação de Mundo e como espaço de guarda de objetos para chegar ao conceito do Museu Tradicional. Questiona os conceitos e percepções do Real no pensamento moderno e contemporâneo para introduzir a noção de territórios e espaços musealizados do Museu Integral e do Museu Virtual. Descreve as relações entre os novos paradigmas, a questão das Identidades e a ética do Museu na contemporaneidade. A perspectiva é, portanto, pensar o Museu como processo, e na relação. Pois Museu não é um espaço, mas um fenômeno, livre e plural – um acontecimento; e, como tal, deve ser pensado em pluralidade, multiplicidade e complexidade.

Arqueologia do patrimônio: memória e poder na década de 30
Aparecida Marina de Souza Rangel
Orientadores: Icleia Thiesen Magalhaes Costa; Josaida de Oliveira Gondar.
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Este estudo investiga a construção da idéia de patrimônio como elemento de consolidação da memória nacional em 1930. Utiliza-se de uma narração das ações ligadas ao patrimônio como forma de compreender a dimensão histórica desses fatos, bem como suas efetivas realizações. Discute a inseparabilidade entre política e cultura e as questões que permeiam as políticas culturais, tentando, ainda, compreender as formas pelas quais a memória e o patrimônio são trabalhados e concebidos na construção do nacional. Embasada em Nestor Canclini analisa os usos do patrimônio, na década de 30, no Brasil, em sua estrita relação com o poder, passando pela questão da construção da Nacionalidade. Tendo como referência Michel Foucault, propõe uma arqueologia do patrimônio e, à luz do mesmo teórico analisa a institucionalização desse patrimônio como uma possível estratégia da memória. Aproxima o conceito de documento-monumento, desenvolvido por Foucault, com o patrimônio. Analisa, apoiada em Félix Guattari, a relação entre espaço e poder e como esta esteve permeada pela questão patrimonial na década de 30, no Brasil.

Arte Moderna e Contemporânea em São Paulo. O museu como intermediário
Marilucia Bottallo
Orientador: Annateresa Fabris
Instituição: Universidade de São Paulo – Artes
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: USP – ECA
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Este trabalho busca entender como o museu se estrutura como linguagem e de que maneira esta se comporta ao conjugar-se com outras, no caso, aquelas das artes moderna e contemporânea, permitindo que o fato museal aconteça. Através de duas exposições específicas, que tiveram lugar no Museu de Arte Moderna de São, estudamos a questão da arbitrariedade da construção de um discurso sobre a manifestação artística musealizada. Refletimos, também, até que ponto o museu permite a percepção da natureza polissêmica dos objetos. O ponto de vista de análise, privilegiado nessa pesquisa, visa entender a estruturação da exposição através da interferência pontual do curador.

De Casa que Guarda Relíquias à Instituição que Cuida da Memória – a trajetória do conceito de museu no Museu Histórico Nacional
Vânia Dolores Estevam de Oliveira
Orientador: Vera Lúcia Doyle Louzada de Mattos Dodebei
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A trajetória do conceito de museu nos limites do Museu Histórico Nacional (MHN), de 1922 a 1992, é traçada a partir da análise de três discursos; o discurso documental contido nos processos de aquisição do acervo, o discurso teórico presente na literatura produzida sobre o tema integrante do acervo biblioteconômico do MHN e o discurso do profissional do museu. Os três discursos são analisados comparativamente, de maneira a verificar as lacunas e distanciamentos entre o proposto pela teoria e o realizado na atividade pragmática. No discurso documental o conceito não esteve presente em todo o período estabelecido. O discurso teórico possibilitou a recuperação desta trajetória, que se dividiu em cinco períodos principais: o último deles configurando uma crise, segundo definida por Thomas Kuln. O discurso do profissional permitiu avaliar o quanto ele é influenciado por esse discurso teórico.

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Ciências naturais e os museus no Brasil no século XIX
Maria Margaret Lopes
Orientador: Maria Amelia Mascarenhas
Instituição: Universidade de São Paulo – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Nível: Doutorado
Ano: 1993
Instituições Depositárias/Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP

Resumo: não disponível

As colunas do templo: folclore e história do pensamento de Gustavo Barroso
Fernando Luiz Vale Castro
Orientador: Martha Campos Abreu
Instituição: Universidade Federal Fluminense – UFF (História)
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFF – Biblioteca Central do Gragoatá
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Ao longo das duas últimas décadas, vêm ganhando relevo na historiografia brasileira os estudos sobre a intelectualidade nacional. Neste sentido, a dissertação versa sobre o intelectual cearense, radicado no Rio de Janeiro, Gustavo Barroso. Busca-se compreender a sua visão sobre o folclore e a cultura popular, entre 1911 e 1932, para perceber como Barroso pensou a Nação brasileira nos primeiros anos do século XX. Corroborando tal objetivo, analisa-se a criação, em 1932, do Curso de Museus.

Condições Técnicas e Fruição da Imagem Digital – O museu virtual como meio de experiência estética
Otávio Nascimento de Almeida Filho
Orientador: Monclar Eduardo Góes de Lima Valverde
Instituição: Universidade Federal da Bahia – Comunicação e Cultura Contemporânea
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UFBA – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O trabalho discute as experiências de leitura das pinturas quando apresentadas pelos museus através da Internet, procurando compreender como somos afetados pelas novas leituras decorrentes da utilização de redes entre a arte e os museus e como estas instituições surgem a serviço das especulações filosóficas sobre a estética. Num segundo instante, à luz dos estudos de Pierre Lévy, abordamos as relações entre a inteligência e a percepção, quando vemos imagens através dos recursos do hipertexto eletrônico. Em seguida, considerando os estudos da Gestalt, da teoria da formatividade, das abordagens fenomenológicas de Maurice Merlau-Ponty, analisamos a especificidade da imagem da pintura e as exigências expressivas impostas pelas imagens digitais. Por fim, através da visita a três museus, podemos nos aproximar dos modos de leitura de obras da pintura e perceber como podemos viver experiências estéticas no ambiente telemático.

Criação e implantação do Museu de Ciências Naturais da Universidade Federal do Piauí: síntese histórica e evidência educacional
Bonifacio Pires Franklin
Orientador: Fernando Dias de Avila Pires
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação
Nível: Mestrado
Ano: 1981
Instituições Depositárias: Universidade Estadual de Campinas – Biblioteca Central
Fonte: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT

Resumo: não disponível

A Demanda da Memória: o uso presente de um passado nem sempre distante
Maria Helena Steffens de Castro
Orientador: Valdemarina Bidone de Azevedo e Souza
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: PUCRS – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A pesquisa objetiva analisar criticamente as contribuições do Museu de Comunicação Social “Hipólito José Da Costa” e os pressupostos de sua trajetória evidenciando contradições que têm permeado o uso de seu acervo. O museu é considerado um espaço a serviço da comunidade que pesquisa o testemunho material do homem e do seu ambiente, conservando e comunicando seu acervo para desenvolver a educação e a cultura. É um instrumento que possibilita a relação com o passado quando é movimentado. A trajetória teórica percorrida perlustra por vários autores, destacando-se a teoria de Edgar Morin porque vislumbra novos rumos para continuidade do processo vivido.

O Discurso da Imaginária, no Museu de Arte Sacra do Maranhão
Tereza Cristina Mena Barreto de Azevedo
Orientador: Luiz Edmundo Boucas Coutinho
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Letras (Ciências da Literatura)
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFRJ – Faculdade de Letras – Banco de Teses
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Desdobrando indicadores fornecidos pela Semiologia, sob o ponto de vista interdisciplinar, esta Dissertação pretende estabelecer uma interpretação reclassificadora da imaginária que constitui o acervo do Museu de Arte Sacra do Maranhão (MAS). A partir de sinais fornecidos pelo inventário barthesiano, buscou-se conferir em que proporção o MAS resguarda o “sentido” de suas “imagem”, através da postura sacralizadora construída pelo percurso histórico da cultura onde se inscreve, ativando uma relação especular com as requisições de seu imaginário social.

Os Domínios da Memória – um estudo sobre a construção do pensamento preservacionista nos ‘campi’ da Museologia, Arqueologia e Ciência da Conservação
Yacy Ara Froner Gonçalves
Orientador: Norberto Luiz Guarinello
Instituição: Universidade de São Paulo – História Econômica
Nível: Doutorado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: USP – FFLCH
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A Tese investiga a evolução ao longo do século XX do conceito de conservação patrimonial, analisando a formação de organismos internacionais voltados para a questão e as transformações ocorridas nos princípios éticos que regem a conservação do patrimônio material.

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Ecomuseu do Quarteirão Cultural do Matadouro: território de memória e instrumento da comunidade
Odalice Miranda Priosti
Orientadores: Icléia Thiesen Magalhães Costa; Josaida de Oliveira Gondar.
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da UNIRIO
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Através da experiência do Ecomuseu do Quarteirão Cultural do Matadouro, em Santa Cruz, Rio de Janeiro, é analisada a construção do sujeito coletivo que gestou a ação sociocultural reconhecida como ecomuseu urbano, questão principal desse trabalho. Estudo de caso, discutem-se nele a participação da comunidade na gestão presente, sua identificação com o território que a abriga, o uso do patrimônio como recurso da comunidade para o desenvolvimento local e sustentável. Explica-se a emergência do Ecomuseu de Santa Cruz, reconstruindo e reinterpretando, nas etapas diferenciadamente marcadas na história local, as relações de poder e seus reflexos, fatores que contribuíram para a formação de uma memória de exclusão e resistência. A correlação entre as relações de poder em Santa Cruz e a emergência do Ecomuseu sinaliza um território de memória em construção. Através de uma análise teórica e documental, incluindo os depoimentos de contemporâneos dessa experiência, definem-se os contornos conceituais de ecomuseu, sua prática, seus conflitos, convergências e divergências. (…)

Espaço-Inter-Espaço
Carlota Cristina Brito
Orientador: Suzete Venturelli
Instituição: Universidade de Brasília – Artes
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UnB – Biblioteca Central/ Centro de Documentação do IDA
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Esta dissertação examina a produção artística computacional nas redes telemáticas, focalizando os conceitos de imersão, interatividade e conectividade nos mundos virtuais do ciberespaço. Descreve a elaboração do mundo virtual “Espaço (inter) Espaço” para a Internet, inspirado no mito da viagem xamânica dos índios Kayapó, o qual evoca a semelhança entre o evento xamânico e os percursos empreendidos pelo espectador no ciberespaço. O mundo virtual “Espaço (inter) Espaço”, cujo conteúdo apoia-se em um projeto científico é, também, uma proposta de exposição temática para museus de história natural e de ciências que ambicionam dispor suas coleções na rede mundial de computadores. Neste sentido, realiza-se uma análise da instituição museu e da disciplina da museologia, destacando a participação do artista na elaboração de exposições científicas que utilizam as redes telemáticas.

O espaço da Memória: concepção e instalação do Museu de Campo Belo
Rodrigo Flávio de Melo Faleiro
Orientador: Beatriz Ramos de Vasconcelos Coelho
Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais – Artes Visuais
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFMG – Escola de Belas Artes/Biblioteca Universitária
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A nova destinação de uso e restauração da antiga estação ferroviária da cidade de Campo Belo resultou na concepção e implantação do Museu Histórico e Arquivo Público Municipal, nessa edificação. Através de uma metodologia de pesquisa foi adotada a participação da comunidade na leitura, apresentação e catalogação do acervo, bem como proposta uma nova prática de doação, de uso e de acesso da população junto à instituição. Pudemos desfiar o fio da história e retecê-la, dando uma leitura expositiva contemporânea, dentro dos preceitos técnico, científico, cultural, ético e educativo. Esta foi a linha adotada para a implementação da nova museologia visando a preservação da memória coletiva através da participação social na cultura local.

As estratégias da memória em Goiás. Política cultural e a criação do Museu Pedro Ludovico
Roseli de Fátima Brito Netto Barreto
Orientador: Noé Freire Sandes
Instituição: Universidade Federal de Goiás – História
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: não informado
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Este trabalho analisa a criação do Museu Pedro Ludovico como um lugar que expressa a força simbólica de um personagem central da história de Goiás, Pedro Ludovico Teixeira. O museu, comporta um espaço em várias dimensões, de natureza documental, de pesquisa histórica, de recuperação e preservação do patrimônio. Neste sentido, o trabalho tem por base a utilização dos recursos de construção do imaginário, por meio da imprensa, do registro da memória do personagem, da exposição de objetos simbólicos e de publicações que sustentam o planejamento do museu. Coube à pesquisa, então, delimitar o museu como objeto e acompanhar as estratégias que possibilitaram a formação de um “campo de memória” que deu lugar a um espaço de condensação das representações imaginárias criadas em torno de Ludovico. O Museu Pedro Ludovico foi instalada em sua própria residência. A casa foi construída aproximadamente em 1934, em estilo Art déco, projetada pelo urbanista Atílio Correia Lima, integrando-se ao projeto residencial de Goiânia, transformando-se em museu no ano de 1987. (…)

A Formação do Acervo do Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro: caos e memória
Márcio Ferreira Rangel

Orientador: Icléia Thiesen Magalhães Costa
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da UNIRIO
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo: não disponível

Fundamentos epistemológicos da Museologia: uma proposta ao problema curricular
Gilson do Coutto Nazareth
Orientador: Terezinha Accioly C. Granato
Instituição: Instituto de Estudos Avançados em Educação, Departamento de Filosofia da Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1991
Instituições Depositárias/Fonte: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas
Resumo: não disponível

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Guardar e celebrar o passado: o museu de Porto Alegre e as memórias na cidade

Zita Rosane Possamai
Orientador: José Augusto Costa Avancini
Instituição: UFRGS – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (História)
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: PUCRS – Biblioteca Setorial de Ciências Sociais e Humanidades
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O estudo focaliza o surgimento de um museu histórico de cidade, o Museu de Porto Alegre, no município de mesmo nome, enfatizando a formação inicial de seu acervo. Por um lado, são abordadas as intersecções entre a história do museu e a conformação como “patrimônio” da sociedade porto-alegrense de uma casa construída no século XIX e, por outro lado, analisa-se o processo de transformação de objetos comuns em “peças de museu”, a partir de um determinado conjunto de objetos doados. A pesquisa abrange basicamente as décadas de setenta e oitenta deste século e tenta analisar as “representações” e “práticas” envolvidas nesses processos. Com o recurso da história oral são coletados depoimentos de funcionários, diretores, arquitetos, jornalistas e doadores, reconstituindo-se os discursos referentes ao passado da cidade, ao museu e à história que o mesmo deveria veicular em seus espaços. Observa-se as relações presentes no interior de um “campo” de especialistas, encarregados da tarefa de escolha dos objetos a serem conservados, e as visões de mundo de um grupo de doadores, que expressam uma relação simbólica com os objetos doados. (…)

Há uma gota de sangue em cada museu: a ótica museológica de Mário de Andrade
Mario de Souza Chagas
Orientador: Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 1997
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Dissertação que aborda o pensamento museológico de Mário de Andrade através da análise de seus escritos, de sua coleção particular e de suas práticas à frente do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo e do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Três questões orientam o trabalho: 1º Até que ponto as propostas museológicas de Mário de Andrade representam consolidação ou rompimento com o pensamento modernista?; 2º Como se colocam, na obra de Mário de Andrade, as questões referentes à identidade nacional e cultura popular?; 3º Sendo o museu um lugar privilegiado de construção de memória, não seria também um baluarte da tradição? Em que sentido um museu pode ser ruptura? Como são tratadas as idéias de coleção e museu pelo poeta modernista? O enfrentamento destas questões, aliado ao entendimento de que a gota de sangue é a gota de humanidade e sinal de historicidade presente nos museus, constitui a base desse estudo.

Hospedaria dos Imigrantes: reflexões sobre o patrimônio cultural
Juliana Mendes Prata
Orientador: Ana Lúcia Duarte Lanna
Instituição: USP – Arquitetura e Urbanismo
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: Biblioteca FAU – MARANHÃO
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Este trabalho analisa a questão do patrimônio cultural a partir de um edifício e sua integração com a cidade, e representa um esforço de problematizar as relações passado/presente em bens tombados. O bem escolhido foi a Hospedaria dos Imigrantes, um edifício do final do século XIX, localizado na cidade de São Paulo. Esta Hospedaria é emblemática por ser um exemplar da arquitetura eclética, vinculada ao desejo de modernização do país e, principalmente, por simbolizar relações que a sociedade brasileira pretendia estabelecer com o mundo do trabalho. A partir dos valores apontados pelo processo de tombamento são analisados os usos do conjunto da Hospedaria e sua inserção urbana. Especificamente, como esses valores são percebidos ainda hoje no bem tombado, e como são atualizados nos seus usos do momento, albergue e museu, e em relação a seus personagens, imigrantes, migrantes e carentes. A percepção daquilo que foi tombado e valorizado, e daquilo que não o foi, é o enfoque principal deste trabalho.

Labirinto de paradoxos: informação, museu e alienação
José Mauro Matheus Loureiro
Orientador: Lena Vânia Ribeiro Pinheiro
Instituição: CNPq/ IBICT – UFRJ/ECO – Ciência da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: UFRJ – Escola de Comunicação
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O presente trabalho busca descrever o fenômeno da alienação no interior dos museus históricos públicos brasileiros. Aborda temas pertinentes à instituição museológica com a finalidade de estabelecer ligações com as questões informacionais. Articula os conceitos de estado, nação, memória e patrimônio cultural com o museu e a alienação. Investiga as atividades do Museu da República com a finalidade de identificar traços que caracterizam o fenômeno estudado.

Informação e sites de museus de arte brasileiros: representação no ciberespaço
Rose Moreira de Miranda
Orientador: Lena Vania Ribeiro Pinheiro
Instituição: CNPq/ IBICT – UFRJ/ECO – Ciência da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFRJ – Biblioteca da Escola de Comunicação
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Estudo dos conteúdos informacionais dos sites de museus de arte brasileiros na Internet. Enfoca o museu enquanto espaço informacional e comunicacional articulando os conceitos de museu, objeto e informação. Analisa a rede como recurso tecnológico para disseminação da informação museológica a partir de 24 museus de arte que compõem a amostra.

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Instituições Museológicas, Instituições da Memória: história, papel e impactos dos museus passo-fundenses
Mariane Loch Sbeghen
Orientador: Fernando da Silva Camargo
Instituição: Universidade de Passo Fundo – História
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: Universidade de Passo Fundo – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O presente trabalho, na área de História Regional, tem como objetivo analisar a história, papel, memória e impacto na sociedade dos museus passo-fundenses. Partindo da análise de aspectos estruturais e funcionais dos museus em geral, busca identificar as especificidades locais dos museus da cidade de Passo Fundo – RS, como agentes de formação cultural. Como metodologia de trabalho, além da consulta a fontes bibliográficas, realizaram-se entrevistas com passo-fundenses visando verificar quais são os museus que eles identificam na cidade e a sua concepção sobre a importância dessas instituições. Em conclusão, propõem-se a criação de um Centro Cultural.

Um lugar de memória para a nação: o Museu Paulista reinventado por Affonso d’Escragnolle Taunay (1917-1945)
Ana Cláudia Fonseca Brefe
Orientador: Edgar Salvadori De Decca
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – História
Nível: Doutorado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: IFCH
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Esta tese trata do Museu Paulista durante a gestão de Affonso d’Escragnolle Taunay, que se estendeu de 1917 a 1945, período em que o Museu adquire um novo perfil que o afasta do campo das Ciências Naturais e o aproxima paulatina e definitivamente da História. O palácio em estilo neo-clássico que abriga o museu hoje não foi projetado para ser a sede de um museu, mas a sua finalidade primeira era a de Monumento à Independência brasileira, tendo sido construído próximo ao lugar onde esta teria sido proclamada, em 1822, por D. Pedro I. Entretanto, a partir de 1894, o edifício, terminado em 1890, passou a abrigar as coleções do Museu do Estado, constituindo-se num museu enciclopédico, seguindo o modelo da maior parte dos museus europeus desse tipo. O museu paulista sofreu importantes transformações ao longo do tempo; a mais importante veio justamente com a nomeação de Affonso Taunay, em 1917, que chega à direção do museu com a missão de prepará-lo para a comemoração do primeiro centenário da Independência brasileira, em 1922, tendo suporte político e financeiro do governo do Estado de São Paulo. (…)

A Memória Vigiada: o museu da polícia civil e a construção da memória da polícia civil no Rio de Janeiro: 1912-1945
Ivanei da Silva
Orientador: Paulo André Leira Parente
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: UNIRIO – Sistema de Bibliotecas
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A presente dissertação reconstitui a trajetória do Museu da Polícia Civil do Rio de Janeiro desde sua fundação em 1912 até 1945 e analisando a sua importância na criação da memória da classe policial no Rio de Janeiro. A abertura de um museu na instituição policial estaria no projeto de higienização da sociedade promovido pelas autoridades do então Distrito Federal, e inspirada nos ideais cientificistas do início do século, onde a vigilância e o controle social deveriam ser exercícios por uma polícia capacitada e aparelhada inspirada nas polícias dos países europeus considerados civilizados.

Musealização da Arqueologia: um estudo de modelos para o Projeto Paranapanema
Maria Cristina Oliveira Bruno
Orientador: José Luiz de Morais
Instituição: Universidade de São Paulo – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Nível: Doutorado
Ano: 1995
Instituições Depositárias/ Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP

Resumo:
Esta tese parte do principio de que os múltiplos estudos referentes a cultura brasileira não tem utilizado as fontes arqueológicas para interpretar as mudanças e continuidade da sociedade deste pais. Entretanto, é possível constatar que os estudos arqueológicos, responsáveis pela fidedignidade atribuída aos vestígios das populações pré-coloniais, tem construído um rico e multifacetado universo patrimonial. Este trabalho expõe esse problema, delimitado por fronteiras e barreiras de ordem museológica, uma vez que, em grande parte, o patrimônio arqueológico tem sido constituído, há séculos, a partir da lógica institucional dos museus. Ao lado da explanação desta problemática, o programa regional de arqueologia da bacia do Rio Paranapanema, Estado de São Paulo, será a base para a aplicação de modelos de musealização para ser testada a seguinte hipótese: é possível estruturar um modelo de musealização capaz de mediar a produção do conhecimento arqueológico e a interpretação da identidade, objetivando a preservação do patrimônio.

Musealização da Fortaleza de São José de Macapá – F.S.J.M.: sede de um complexo museológico para o Estado do Amapá
João Batista Gomes De Oliveira
Orientador: João Jurandir Espinelli
Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Artes
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UNESP – Reitoria e Instituto de Artes
Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo:
Quando fomos convidados a desenvolver um projeto museológico para a Fortaleza de São José de Macapá – AP, já estávamos realizando pesquisas na área de museologia, como parte desta dissertação de mestrado. O objetivo era detectar e sistematizar as atuais tendências de conhecimentos museológicos – salvaguarda e comunicação museológica – adequáveis aos monumentos históricos-culturais. Então, passamos a redimensionar nossa proposta, ou seja, direcionar nossas investigações ao monumento citado. Assim, este trabalho tem como objetivo articular um modelo de instituição museológica aplicável à Fortaleza de São José de Macapá – F.S.J.M., com extensão para todo o Estado do Amapá. O trabalho mostra uma base teórico-metodológica na área de museologia e patrimônio cultural, apresenta alguns aspectos históricos e arquitetônicos da Fortaleza de São José de Macapá e disserta sobre um modelo de instituição museológica adequável à F.S.J.M.. A instituição museológica projetada para a Fortaleza fomentará a criação de “Núcleos de Culturas” nas várias regiões do estado do Amapá – “Complexo Museológico” – que, entre outros aspectos, contribuirá com o desenvolvimento sócio-cultural regional, base do Programa de Desenvolvimento Sustentável e Gestão Ambiental do Governo do Amapá. (…)

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A Musealização da Natureza: patrimônio e memória na museologia
Ana Cristina Léo Barcelos Evres
Orientadores: Paulo Alexandre Adler Pereira/ Josaida de Oliveira Gondar
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: UNIRIO – Sistemas de Bibliotecas
Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo:
Este estudo procura enfocar as diferentes abordagens da natureza como um objeto de estudo da museologia, a partir de documentos oficiais difundidos na América Latina e de textos de museólogos brasileiros. Busca aproximar as idéias de museologia, patrimônio e memória, tendo como referência Néstor Garcia Cancline. Caminha na investigação das várias idéias de natureza que compõem o pensamento contemporâneo. Constrói três matrizes para a compreensão das diferentes idéias de preservação da natureza nos museus. Tenta compreender a distinção entre natureza e cultura como uma idéia da modernidade, em textos de Bruno Latour e Michel Serres. Com os mesmos autores, procura entender uma possível não distinção entre natureza e cultura, na museologia.

A Museologia diante do Virtual: repensando os elementos conceituais e a memória a partir das novas tecnologias informáticas
Karla Estelita Godoy
Orientadores: Josaida de Oliveira Gondar; Icléia Thiesen Magalhães Costa
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano:1999
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Este trabalho consiste em interrogar a Museologia frente às tecnologias do virtual. É um estudo teórico com procedimento transdisciplinar, na medida em que o virtual é utilizado para problematizar o campo da Museologia. Tal reflexão tem por objetivo principal examinar quais os prováveis efeitos do virtual sobre o fazer museológico e seus pressupostos teóricos. Para isso, destaca quatro elementos conceituais de uma das definições sobre Museologia e analisa a memória a partir de uma das funções da área. Em princípio, o estudo apresenta sua trajetória conceitual, evidenciando a dificuldade teórico-metodológica em se definir como ciência ou técnica. Expõe tanto os elementos sujeito, objeto, realidade e museu quanto a memória, com a finalidade de demonstrar de que maneira estão sendo pensados pela Museologia e como se manifestam no conjunto da teoria e da prática. Aborda, ainda, a questão do virtual sob o aspecto filosófico e informático, ressaltando sua condição de não-neutralidade, bem como a distinção entre os pares virtual-atual e possível-real. (…)

Museu no Bloco Afro Ilê Aiyê: um espaço de memória e etnicidade.

Joseania Miranda Freitas
Orientador: Rogério Cunha de Campos
Instituição: Universidade Federal da Bahia – Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: UFBA – Anísio Teixeira – FACED
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Esta dissertação refere-se a uma pesquisa-ação junto ao bloco afro ilê aiyê, com o objetivo de implantar o seu museu, incorporando as questões étnicas à prática museológica, a partir do estudo da ação educativa do movimento negro organizado. O Ilê Aiyê é o primeiro bloco afro de salvador e se constitui num grupo organizado de ação e consciência negra. Nas diversas fases de elaboração do museu houve uma preocupação em manter a dinâmica cotidiana do bloco, considerando o ciclo de eventos constante em seu calendário fixo anual. Este ciclo reflete as preocupações básicas do grupo com relação à criação e recriação de elementos singulares que marcam a construção de um processo de afirmação de uma identidade especificamente negra, reelaborada a partir da ancestralidade africana, realimentada no candomblé. Nesta perspectiva, o entendimento do processo museológico vivenciado teve como ponto de partida a necessidade de desligamento da visão elitista e etnocêntrica que tem permeado a museologia, considerando a diversidade humana e o contexto pluricultural. Buscou-se a construção de práticas que levassem a concepções de museu como espaço educativo.

Um Museu Científico na História de São Paulo: o Museu do Ipiranga
Ana Maria de Alencar Alves
Orientador: Maria Amelia M. Dantes
Instituição: Universidade de São Paulo – História Social
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: USP – Centro de Apoio à Pesquisa em História
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Integrado às discussões na área da história das ciências no Brasil, este trabalho tomou como objeto de estudo uma instituição científica: o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga. O Museu Paulista foi criado em 1893 como uma instituição que deveria dar abrigo a atividades de história natural. Inaugurado em 1895, teria por diretor o zoólogo Hermann Von Ihering, até o ano de 1916. A partir de 1917, o museu passaria a ser dirigido pelo engenheiro Affonso D’escragnolle Taunay. No período da administração Taunay, o museu continuaria sendo um espaço para as atividades científicas, mas teria início um processo ao final do qual seria transformado em um museu histórico. Tanto a administração Ihering, quanto os primeiros anos de administração Taunay são focalizados neste trabalho que procura compreender este museu científico como um dado da história de São Paulo e esclarecer sua mudança do status científico para o histórico.

Museu do Expedicionário: um lugar de memórias
Maria o Carmo Amaral

Orientador: Antonio Cesar de Almeida Santos
Instituição: Universidade Federal do Paraná – História
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFPR – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A partir da narração de memórias de ex-combatentes brasileiros da Segunda Guerra Mundial, discute-se a construção do Museu do Expedicionário Paranaense, entendendo-se que esta instituição vem a consolidar-se como um “lugar de memórias”, responsável ela produção de um espaço social que permitiu a integração dos ex-combatentes na sociedade paranaense. Inicialmente, discute-se a organização dos ex-combatentes em torno do objetivo de constituir um espaço social que permitisse a permanência de suas memórias, estas entendidas como instrumento necessário para a manutenção do grupo. Assim, considerando a memória como um elemento construtor da identidade, discute-se as relações que permitiram ao grupo de ex-fabianos paranaenses edificarem o Museu do Expedicionário. Considerando-se, então, o Museu do Expedicionário como um lugar de memórias, buscamos demonstrar como se deram as estratégias de institucionalização desse grupo social que, após participar de batalhas na Itália, lutou para ver sua memória integrada à memória nacional. Como principais fontes forma utilizadas entrevistas com dirigentes do Museu do Expedicionário, cotejadas com documentos de arquivo da própria instituição.

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Museu, Informação e Arte: a obra de arte como objeto museológico e fonte de informação
Maria Lúcia de Niemeyer Matheus Loureiro

Orientadores: Maria Nélida Gonzalez de Gómez; Lena Vania Ribeiro Pinheiro
Instituição: CNPq/IBICT – UFRJ/ECO – Ciência da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: UFRJ- Escola de Comunicação
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Estudo abordando a obra de arte como objeto museológico e fonte de informação. Enfoca e articula os conceitos de arte, museu e objeto museológico. Investiga modelos técnicos dirigidos à recuperação de informações e voltadas ao objeto museológico em geral e a obra de arte em particular. Analisa obras do acervo do Museu Nacional de Belas Artes a partir de suas representações documentais.

Um Museu para a Guanabara: um estudo sobre a criação do Museu da Imagem e do Som e a identidade carioca (1960-1965)
Claudia Cristina de Mesquita Garcia Dias
Orientador: Marieta de Moraes Ferreira
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – História
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias:
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A criação do estado da Guanabara no início dos anos 60 representou um momento chave pela redefinição da identidade política carioca, marcada pelo seu tradicional estatuto de capital da nação. Considerando que essa identidade entre o Brasil e a sua ex-capital não ficaria apenas no âmbito do político, mas seria na cultura que essa simbiose se daria de maneira mais efetiva, através da reafirmação do papel do Rio de Janeiro como capital cultural do país, esse trabalho tem por objetivo investigar a vertente cultural do estabelecimento dessa identidade, tomando o Museu da Imagem e do Som, inaugurado em 1965 pelo então governador Carlos Lacerda, como espaço privilegiado desse empreendimento, através do qual é possível estabelecer as relações existentes entre política e cultura no trabalho de construção e fixação da memória coletiva. Assim, considerando o papel decisivo da memória como ingrediente básico na configuração das identidades, propomos o desenvolvimento da noção de museu de fronteira como pertinente ao perfil socio-cultural do museu da Imagem e do Som, visto como um espaço cultural intencionalmente criado para marcar a diferenciação e a delimitação entre o local e o nacional.

Museu Lasar Segall na década de 70: da contemplação estética a casa de cultura e resistência
Maria Lucia Alexandrino Segall
Orientador: Marco Antonio Guerra
Instituição: Universidade de São Paulo – Escola de Comunicações e Artes
Nível: Mestrado
Ano: 1990
Instituições Depositárias/ Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP

Resumo:
A presente dissertação tem por objetivo preciso mostrar o papel desempenhado pelo Museu Lasar Segall, como núcleo de resistência ao autoritarismo político e cultural vigente, no pais, nos anos 70, tal: papel centrou-se na difusão da educação e na prática artística junto a população paulistana, particularmente a do bairro de Vila Mariana. Firmado o liame existente entre a vida e obra de Lasar Segall – artista engajado, no social sem estar preso aos estreitos limites das opções ideológicas – e a prática da instituição, o presente trabalho deixa clara a ruptura do museu Lasar Segall com o sarcófago museológico, tornando-se ele uma viva e multifacética casa de cultura, como fica patente nos relatórios de suas atividades. A dissertação, pautando-se também nos depoimentos dos que participaram e participam da entidade, expõe um museu que não se limitou a ser um local de simples fruição estética, tornando-se um espaço de lazer criativo e de sensibilização de pessoas que em razão das agruras do cotidiano raramente tinham oportunidades de atividades lúdicas. Inserido por um momento histórico marcado pelo autoritarismo, o Museu Lasar Segall, graças as suas atividades, contribuiu para ampliar a consciência critica de seus freqüentadores desempenhando a função de um espaço de resistência.

O Museu Paranaense e Romário Martins: a busca de uma identidade para o Paraná (1902-1928).
Cintia Maria Sant’ana Braga Carneiro
Orientador: Marcos Francisco Napolitano de Eugênio
Instituição: Universidade Federal do Paraná – História
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: Biblioteca Central da UFPR
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A dissertação analisa o papel que o Museu Paranaense desempenhou no processo de construção de uma identidade para o Estado do Paraná, entre 1902a 1928, período em que teve como diretor Romário Martins. A tese central do trabalho é a de que a direção de Romário Martins foi determinante para a transformação do museu numa espécie de “laboratório” da busca de uma identidade regional. Como jornalista, historiador e político, Romário Martins pretendeu que o Museu Paranaense se constituísse em um espaço para a divulgação das idéias paranistas e para a construção de uma identidade própria para o Estado do Paraná. Na pesquisa utilizou-se fontes bibliográficas e documentais, como o jornal “A República”, documentos oficiais do Estado do Paraná e publicações do museu. Nelas, pôde-se mapear a política de aquisição de objetos museográficos. Também foram analisados eventos importantes, como a participação do Museu Paranaense em diversas exposições. Os conceitos teóricos utilizados na dissertação referem-se à nação, ao nacionalismo, à memória e à identidade.

Museu Paulista: memória e história
Maria José Elias
Orientador: Fernando Antonio Novais
Instituição: Universidade de São Paulo – História Social
Nível: Doutorado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: Centro de Apoio a Pesquisa em História – USP
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Reconstituí as idéias de elaboração do monumento à independência no locus “histórico” do Ipiranga, e as vicissitudes do projeto. Estuda a implantação de um dos projetos, sacralizando o lugar e instituindo o fato em marco periodizador. Analisa as gestões de Van Ihering (1894-1916) e Affonso D´ Escragnolle Taunay (1917-1945), que consolidaram definitivamente o perfil do Museu Paulista (“do Ipiranga”) nas suas dimensões de museu nacional e regional.

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Museu: potencialidade turística. Um estudo de embarcações
Laura Della Monica
Orientador: Mario Carlos Beni
Instituição: Universidade de São Paulo – Ciências da Comunicação
Nível: Doutorado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: USP – ECA
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Através das pesquisas realizadas desde as embarcações primitivas até o navio a vapor, verificou-se seu aproveitamento total nos mais diversos momentos da vida do homem. Por conseqüência, este trabalho emerge da necessidade dupla de oferecer aos estudiosos e interessados em Museu e Turismo um modelo referencial ordenado, coerente de conceitos e procedimentos de pesquisa e análise, como se pode verificar no decorrer da leitura. Buscou-se, fundamentalmente a identificação das funções dos Museus ( do Mar), junto ao Turismo. Procurou-se fixar, também, através da Nova Museologia e do SISTUR – Sistema de Turismo (estudo realizado pelo Prof. Dr. Mario Carlos Beni), um sistema aproveitável para, especialmente, junto aos Museus do Mar, incentivar o receptivo cada vez maior no fluxo de visitação permanente. É um avanço teórico e aplicado , rumo à demonstração da importante ligação entre Museu e Turismo. (…)

O museu: do sagrado ao segredo – uma abordagem sobre informação museológica e comunicação
Ana Lúcia Siaines de Castro
Orientador: María Nélida González de Gómez
Instituição: CNPq/ IBICT – UFRJ/ECO – Ciência da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 1995
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da UNIRIO
Fonte: Sistema de Bibliotecas da UNIRIO

Sinopse: não disponível

Os museus de arte moderna e contemporânea na WWW: novas formas de ampliação do acesso intelectual
Patricia Yamamoto
Orientador: Martin Grossmann
Instituição: Universidade de São Paulo – Ciências da Comunicação
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: USP – ECA
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Instituições culturais como os museus de arte moderna e contemporânea vêm utilizando os dispositivos de comunicação da Internet, no sentido de transferir sua presença para a web com objetivos de veiculação e trocas de diversas informações. Assim, novas formas de divulgação artístico-cultural estão sendo exploradas por estes museus, em direção à ampliação do acesso cultural e intelectual. Através da rede, os museus de arte podem ampliar o número de visitantes aos seus espaços, considerando que o acesso via web não mais depende de distâncias geográficas. A partir de então, a democratização cultural torna-se um ponto chave para pensar o webmuseu, já que públicos que não podem visitar um museu de arte possam fazê-lo por meio da Internet. Entretanto, ao considerar os níveis de compreensão e as diferenças sócio-culturais do público, a questão do acesso intelectual ao universo do museu da rede deve ser considerada com maior atenção. (…)

Museus e coleções universitárias: porque museus de arte na universidade de São Paulo?
Adriana Mortara Almeida
Orientador: Maria Helena Pires Martins
Instituição: Universidade de São Paulo – Escola de Comunicações e Artes
Nível: Doutorado
Ano: 2001
Instituições Depositárias/Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP

Resumo:
Essa tese trata do perfil dos museus universitário, sua origem, desenvolvimento e perfil atual, com ênfase para os museus de arte. Procura definir o que seria um museu universitário modelo e busca identificar o quanto desse modelo existe na prática. Descreve a formação e as características dos museus da Universidade de São Paulo e dos museus universitários de arte no Brasil. Analisa a coleção e o museu de arte da Universidade de São Paulo – Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros e Museu de Arte Contemporânea – diante do modelo proposto para museus universitários. E finalmente, discute a necessidade da Universidade de São Paulo possuir ou não essas coleções de arte.

Museus Federais: a aplicação de modernas técnicas de gestão para lidar com as ameaças ao seu desempenho
Roberto Bevilacqua Otero
Orientador: Não informado
Instituição: Escola Brasileira de Administração Pública – Centro de Formação Acadêmica e Pesquisa
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias/Fonte: Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas
Resumo: não disponível

Museus por teimosia :uma analise da utilidade social dos Museus de Campinas
Margarita Nilda Barretto Angeli
Orientador: Olga R. de Moraes von Simson
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1993
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fontes: Bibliotecas do SIBI – USP
e Instituto Brasileiro de Informação, Ciência e Tecnologia – IBICT
Resumo: não disponível

O objeto museal: sua historicidade, implicações na ação documental e na dimensão pedagógica do museu.
Rosana Andrade Dias do Nascimento
Orientador: Maria Célia T. Moura Santos
Instituição: não informada
Nível: Mestrado
Ano: 1994
Instituições Depositárias/ Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo: não disponível

Paisagens da Província: o regionalismo sul-rio-grandense e o Museu Júlio de Castilhos nos anos cinqüenta.
Leticia Borges Nedel
Orientador: Marieta de Moraes Ferreira
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – História
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UFRJ – IFCS
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
O trabalho analisa as relações entre o regionalismo rio-grandense e a memória oficial, tomando por objeto o momento de redefinição regimental do Museu Júlio de Castilhos nos anos cinqüenta, inscrito no processo mais ampolo de definição pelos intelectuais e tradicionalistas do estado, de um caráter regional para o Rio Grande do Sul. São evidenciados, além da recorrente preocupação com a definição de traços caracterizadores da região – desde o final do século XIX centrados na paisagem pampeana e na imagem heróica do gaúcho a cavalo – suas vinculações com os usos políticos da história (neste caso mediadas pelo rigorismo documental da instituição histórica) e a manipulação da memória como estratégia presente no campo das lutas sociais que condicionarão, no caso em questão, a inserção da história regional no quadro mais amplo do passado nacional.

Perfil museo-arqueológico do Projeto Paranapanema
Selma Ires Chiari
Orientador: José Luiz de Morais
Instituição: Universidade de São Paulo – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias/Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo:
“O perfil Museo-Arqueológico do Projeto Paranapanema” é resultante do mapeamento da Arqueologia musealizada no Vale homônimo. As pesquisas foram desenvolvidas em duas escalas: na menor, a identificação de todas as formas expográficas existentes na área delimitada; e na maior, as exposições de vestígios arqueológicos. Devido a homogeneidade das características das Instituições, detentoras de objetos arqueológicos, optou-se pelo estudo por amostragem, enfatizando, portanto, aquelas pertencentes aos municípios paulistas de Avaré, Chavantes, Ourinhos, Piraju e Pirapozinho.

Poética do Museu
Cláudio do Carmo Gonçalves
Orientador: Beatriz Vieira de Resende
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Letras (Ciência da Literatura)
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: UFRJ – Faculdade de Letras – Banco de Teses
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Esta Dissertação investiga o nascimento ou fundação da noção de museu no país. Procura delinear os pressupostos que norteiam esta fundação, realizando uma verdadeira teoria acerca da condição do museu na sociedade contemporânea. O entendimento de uma poética de museus se dá pela forma análoga à literatura sobre a qual a exposição é feita.

Projeto para o museu ferroviário
Ricardo Nogueira Bogus
Orientador: não informado
Instituição: Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – Escola Pós-Graduada de Ciências Sociais
Nível: Mestrado
Ano:1985
Instituições Depositárias/ Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP

Resumo: não disponível

Representação e Museu Científico: o instintivo aparelho de hegemonia (ou uma profana liturgia hegemônica)
José Mauro Matheus Loureiro
Orientador: Heloisa Tardin Christovão
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro/ IBICT – Ciência da Informação
Nível: Doutorado
Ano: 2000
Instituição Depositária: UFRJ – Biblioteca da Escola de Comunicação
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Análise do museu científico público como campo informacional, considerando as condições de produção e disseminação da informação/objeto musealizado nas exposições museais. Investiga a presença de uma ação hegemônica, conforme desenvolvida conceitualmente na obra de Gramsci, nas representações da ciência erigidas nos espaços expositivos museais científicos. Propõe a noção de Socialização da Informação como recurso passível de incrementar a função social das exposições museológicas científicas.

Tendências para a harmonização de programas de ensino de Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia no Brasil: Um estudo Delfos
Eliane Manhães Mendes

Orientador: Antonio Lisboa Carvalho de Miranda
Instituição: UnB
Nível: Mestrado
Ano: 1992
Instituições Depositárias/ Fonte: Biblioteca Central – UnB

Território largo e profundo. Os acervos dos museus do Rio de Janeiro como representação de Estado Imperial (1808-1889)
José Neves Bittencourt
Orientador: Margarida de Souza Neves
Instituição: Universidade Federal Fluminense – História
Nível: Doutorado
Ano: 1997
Instituição Depositária: UFF – Biblioteca Central do Gragoatá
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A pesquisa visa analisar a questão da construção da memória do Estado imperial brasileiro pela via da reunião de acervos de objetos materiais ligados tanto à história natural quanto à história. Analisando o acervo de quatro museus existentes no Rio de Janeiro no século XIX, busca examinar como os universos de objetos reunidos constituem uma representação do território brasileiro segundo o ponto de vista das elites que formaram o Estado imperial.

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