Trata de questões referentes aos recursos e atividades educacionais nos museus, exposições, pesquisa de público, atividades para públicos especiais, etc.


Livros e Outras Publicações

Uma escola de samba no Museu (oficina de ferias do Museu do Primeiro Reinado)
Gertrudes Drumond, Magaly Cabral, Maria Esther Valente, Vera de Oliveira
Rio de Janeiro: Mouseion, [s.d.] . (observação: folheto)
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN

Educação em Museus
Museums and Galleries Commission; (tradução de Maria Luiza Pacheco Fernandes)
São Paulo: Edusp/Fundação Vitae, 2001. 26 p. (Série Museologia; v. 3)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Exposição: materiais e técnicas de montagem
Clara Correia d’Alambert e Marina Garrido Monteiro
São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura, 1990.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN
/ Biblioteca Nacional – BN
/ Bibliotecas do SIBI – USP

A extensão cultural nos museus
Edgar Süssekind de Mendonça
Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1946. 72 p. (Série Museu Nacional publicações avulsas ; n. 2)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Influência do trabalho desenvolvido por museu histórico na mudança de hábitos e conceitos de seu publico visitante
Ninger Ovidio Marena
Rio de Janeiro: Mouseion, [s.d.] (observação: folheto)
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN

Museu e educação
Florisvaldo dos Santos Trigueiros
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1958. 228p.
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN
/ Bibliotecas do SIBI – USP

Museu, escola e comunidade uma integração necessária
Maria Celia Teixeira Moura Santos
s.l.: SPHAN, 1987.
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN
/ Bibliotecas do SIBI – USP

Um Museu-Escola a céu aberto: Museu da Terra e do Homem da Paraíba
João Pessoa: Institutos Paraibanos de Educação, 1995. 86 p.
Instituições Depositárias: Sistema Integrado de Bibliotecas – PUC-PR

Organização de museus escolares, uma experiência realizada pela autora durante o curso de pratica de ensino, dado as…
Leontina Silva Busch
São Paulo: Brasileira, 1937.
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Parque da Ciência; o brinquedo como possibilidade do aprendizado
Rio de Janeiro: Museu de Astronomia e Ciencias Afins/Salamandra, 1987
Instituições Depositárias: Biblioteca do Museu da República – IPHAN

Planejamento de Exposições
Museums and Galleries Comission; (tradução de Maria Luiza Pacheco Fernandes)
São Paulo: Edusp/ Fundação Vitae, 2001. 32 p. (Série Museologia; v.2)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Recursos educativos dos museus brasileiros
Gui de Holanda
Rio de Janeiro: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, 1958.
Instituições Depositárias: Biblioteca Noronha Santos – IPHAN
/ Bibliotecas do SIBI – USP

Seminários sobre o Formal e o Não-formal na Dimensão Educativa do Museu (1.-2.: 2001/2002)
[S.l.]: Museu da Vida: Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), 2002. 95 p. (Série Caderno do Museu da Vida)
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP

Seminário sobre Museus-Casas: comunicação e educação
- Anais (2: 1998: Rio de Janeiro)
Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1998, 199p.
Instituições Depositárias: Biblioteca Nacional – Catálogo de livros / Bibliotecas – Fundação Getulio Vargas, Bibliotecas do SIBI – USP

Simpósio Brasileiro do Museu para Educação do Superdotado – Anais (1: 1988: Rio de Janeiro)
Rio de Janeiro : Associação Brasileira para Superdotados, c1996. 86 p.
Instituições Depositárias: Sistemas de Bibliotecas da PUC-RJ

Subsídios para o planejamento de atividades educativo-culturais dos museus: diretrizes
Fundação Nacional Pró-Memória. Programa Nacional de Museus
Rio de Janeiro: [s.ed.], 1985.
Instituições Depositárias: Biblioteca do Paço Imperial – IPHAN

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Teses e Dissertações

Alfabetização científica e os museus interativos de ciência
Sibele Cazelli
Orientadora: Tania Dauster
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Educação.
Nível: Mestrado
Ano: 1992
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da PUC-RJ
Resumo: não disponível

Discussão para uma proposta de poética educacional da divisão de ação educativa-cultural do museu Lasar Segall
Denise Grinspum
Orientador: Elza Ajzenberg
Instituição: Universidade de São Paulo – Escola de Comunicações e Artes
Nível: Mestrado
Ano: 1991
Instituições Depositárias: USP
Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP

Resumo:
Esta dissertação discute a proposta de uma política educacional para a divisão de ação educativo-cultural (Daec), do Departamento de Museologia do Museu Lasar Segall. Faz considerações históricas sobre a instituição museológica no ocidente, suas transformações desde seu surgimento ate o pós-guerra, especialmente as décadas de 60 e 70, quando foi criado o Museu Lasar Segall. Trata da relação entre o ensino da arte e os museus, no eixo Eua-Inglaterra, desde o século XIX. Trata também desta relação no Brasil nos anos 60 e 70, quando o ensino da arte baseado na livre expressão e fator preponderante para afastar a arte-educação da apreciação artística. A metodologia triangular, no fim dos anos 80, retoma a apreciação, como um dos componentes fundamentais do ensino da arte. Neste contexto, discute-se o papel da escola e do museu. O perfil, natureza, objetivos e procedimentos da Daec são apresentados. Três estudos de casos exemplificam a política adotada. Todos esses elementos são discutidos para a definição de uma proposta educacional.

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Avaliação qualitativa em processos não-formais do ensino de ciências: o Museu Dinâmico de Ciências de Campinas – SP
Nelson Rui Ribas Bejarano
Orientador: Carlos A. Arguello
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1994
Instituições Depositárias: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação – Biblioteca
Fonte: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca
Resumo: não disponível

Brinquedo: um caminho para a educação no museu
Eleida Pereira de Camargo
Orientador: Élide Monzeglio
Instituição: Universidade de São Paulo – Arquitetura e Urbanismo
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: Biblioteca FAU Maranhão – USP
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
A relevância da dimensão lúdica na formação do ser humano e sua eficácia associada a processos de aprendizagem no espaço museográfico. Esta é a temática desta pesquisa que, para tanto, transita nos campos de conhecimento da psicologia, pedagogia, museologia, história e comunicação visual. Na primeira parte, discute-se conceitualmente seu objeto de estudo; na segunda, relaciona-se experiências de sucesso em museus paulistanos e europeus; e finalmente, na terceira e último parte desta dissertação, propõe-se um referencial metodológica a partir das teorias levantadas, como estudo de caso.

Uma casa exemplar: pedagogia, memória e identidade no Museu Imperial de Petrópolis
Alda Lucia Heizer
Orientador: Ilmar Rohloff de Mattos
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – Departamento de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1994
Instituições Depositárias: Sistemas de Bibliotecas da PUC-RJ
Fonte: : Sistemas de Bibliotecas da PUC-RJ

Resumo: não disponível

O Conhecimento Biológico nas Exposições de Museus de Ciências: análise do processo de construção do discurso expositivo
Martha Marandino
Orientador: Myriam Krasilchik
Instituição: Universidade de São Paulo – Educação
Nível: Doutorado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Esta pesquisa teve por objetivo compreender o processo de construção do discurso expositivo em exposições de museus de ciências que trabalham com temáticas ligadas a biologia. Foram caracterizados os diferentes discursos e saberes que estão em jogo nesta construção, identificando o que ocorre com o conhecimento científico ao ser expresso em exposições. A abordagem metodológica se fundamentou no referencial da pesquisa qualitativa e foram selecionadas cinco exposições dos seguintes museus: Museu de Zoologia, Museu de Anatomia Veterinária, Museu Oceanográfico, Estação Ciência, todos da Universidade de São Paulo (SP), e Museu da Vida – Espaço Biodescoberta, da Fundação Oswaldo Cruz (RJ). Quanto ao referencial teórico, utilizou-se, inicialmente, o conceito de transposição didática proposto por Chevallard, mais especificamente de transposição museográfica indicado por Simmoneux e Jacobi, para discussão do processo de transformação do conhecimento científico. Com a percepção dos limites de aplicação desses conceitos, novos referenciais foram utilizados e foco da pesquisa se direcionou então para o estudo da construção do discurso expositivo e da relação entre este e os discursos científico e pedagógico. (…)

A Demanda da Memória: o uso presente de um passado nem sempre distante
Maria Helena Steffens de Castro
Orientador: Não informado
Instituição: PUCRS – Faculdade de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: PUC-RS – Biblioteca Central
Fonte: PUC-RS – Biblioteca Central

As Duas Faces de Jano: design e museografia em exposições museológicas
Denise Calasans da Gama Lima
Orientadores: Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling; Lena Vânia Ribeiro Pinheiro
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social e Documento
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Analisa a interrelação design / museografia nas exposições museológicas no contexto dos museus brasileiros. Aborda a questão da inserção do "Design" no espaço expositivo museal. Articula os conceitos de Design e Museografia como recursos à exibição e difusão dos elementos de memória social de modo a promover um efetivo diálogo da instituição museológica com o público em geral.

Educação em museu: o público de hoje no museu de ontem
Maria Esther Alvarez Valente
Orientador: Vera Maria F. Candau
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – Departamento de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1995
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da PUC-RJ / Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo: Não disponível

Educação para o Patrimônio: Museu de Arte e Escola – responsabilidade compartilhada na formação de públicos
Denise Grinspum
Orientador: Maria Helena Pires Martins
Instituição: Universidade de São Paulo – Faculdade de Educação
Nível: Doutorado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: USP – FEUSP
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Nesta tese de doutorado busco ressaltar aspectos referentes à educação em museus, mais especificamente, à questão da formação de público, com especial ênfase ao papel da instituição escolar como veículo de aproximação entre grupos sociais e o Museu. Partindo da hipótese de que a escola tem fundamental importância na formação de públicos, procurei investigar a convivência e o hábito de freqüência a museus das famílias de estudantes que visitaram o Museu Lasar Segall com a Escola, em 1999. O papel social dos museus e a natureza da experiência dos visitantes foram ponderados e os princípios educacionais que regem a formulação do conceito de Educação para o Patrimônio foram discutidos, em especial como esses são adotados na prática educacional do Museu Lasar Segall. Nas condições finais indicativos são apresentado para a implantação, reformulação ou continuidade de algumas práticas educacionais, sugerindo tópicos e questões para a reflexão da proposta político-educacional da Área de Ação Educativa do Museu Lasar Segall.

O encontro museu/escola: o que se diz e o que se faz
Beatriz Muniz Freire
Orientador: Tânia Dauster
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – Departamento de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1992
Instituições Depositárias: Sistema de Bibliotecas da PUC-RJ
Fonte: Sistema de Bibliotecas da PUC-RJ
Resumo: Não disponível

Exposição: análise metodológica do processo de concepção, montagem e avaliação
Marilia Xavier Cury
Orientador: Maria Helena Pires Martins
Instituição: Universidade de São Paulo – Ciências da Comunicação
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O conceito de exposição foi se transformando durante a história dos museus. Atualmente entendemos exposição como uma forma de comunicação. Comunicação é aqui considerada como espaço de interação e criatividade. Exposição, então, é o espaço de interação entre o patrimônio cultural e o público no cenário do museu. Este trabalho apresenta e discute algumas questões relacionadas ao planejamento e desenvolvimento de processos de concepção e montagem de exposições. Para tanto, parte da premissa de que esta atividade museológica envolve inúmeros fatores, que, por estarem intimamente inter-relacionados, formam uma unidade sistêmica aberta. Assim, associamos diversas abordagens como uma das formas de abarcar a análise desse sistema, quais sejam: administrativa, política e técnica. O conceito de Qualidade é o ponto de partida da abordagem administrativa. A discussão sobre Qualidade atinge diversos níveis dessa abordagem, seja quanto a eficiência dos processos (dos meios), seja quanto a eficiência dos produtos (dos fins). Qualidade é um conceito aberto que nos leva a definição de pré-requisitos. (…)

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Exposição em museus e público: o processo de comunicação e transferência da informação
Rosane Maria Rocha de Carvalho
Orientador: Lena Vania Ribeiro Pinheiro
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Ciências da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Orientadores:.
Instituições Depositárias: ECO/ UFRJ
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Análise da transferência da informação da exposição "Athos Bulcão – uma trajetória plural", realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, para o público. Trata-se de um estudo de caso e de uma pesquisa qualitativa, na qual foi utilizado como instrumento a entrevista e a observação do comportamento dos visitantes. Entre as considerações sugere-se aos planejadores de exposições em museus e centros culturais que levem em conta os impactos cognitivos e afetivos de suas mensagens sobre o visitante e a avaliação de sua absorção pelo público.

Uma Formalização Sistêmica da Apreciação Estética no Espaço Museológico
Juliana Fiocca Ferrite
Orientador: Jorge de Albuquerque Vieira
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Comunicação e Semiótica
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: Biblioteca Central da PUC-SP
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O trabalho é uma primeira tentativa de analisar no espaço do museu como um sistema psicossocial e os processos de comunicação e significação entre a obra de Arte, o observador e o representante do museu na figura do orientador do Serviço Educativo. Para desenvolvê-lo, foram estudados os principais elementos participantes do processo de apreciação estética, entendendo-se o observador como um sistema cognitivo e a obra de arte como um sistema informacional. A pesquisa provém da organização e da formalização de um vasto material teórico-prático recolhido pela autora por conta de uma participação ativa, desde o início dos anos 90, em serviços de atendimento ao público em espaços museológicos e como docente na formação de arte-educadores. No Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica, a fundamentação teórica acerca da Teoria da Comunicação, auxiliou de forma definitiva à organização do material coletado a partir da experiência prática.

Informação, ciência e cotidiano: um estudo sobre a divulgação científica em museus de ciência e tecnologia
Julio Cesar Cardoso
Orientador: Geraldo Moreira Prado
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Ciência da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias – Biblioteca da ECO/ UFRJ
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Análise da divulgação científica como espaço informacional, a partir das reflexões a respeito das contribuições trazidas pela análise teórica da vida cotidiana. A divulgação científica é abordada enquanto forma de promover a propagação de conhecimentos e conscientização sobre as relações entre ciência e sociedade. Na pesquisa, procura-se focalizar o Espaço da Biodescoberta do Museu da Vida da Casa de Oswaldo Cruz.

Leitura de Obra de Arte Contemporânea: o processo de leitura como construção de sentido nas atividades educativas da exposição Cachorros do MAC-USP
Elly Aparecida Rozo Vaz Peres Ferrari
Orientador: Maria Heloisa Correa de Toledo Ferraz
Instituição: Universidade de São Paulo – Artes
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: USP – ECA
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Saber ler hoje em dia implica mais em decodificar palavras. Saber ler hoje, é produzir sentido. Este é um processo que se aprende, mas principalmente, que tem que ser exercício com espírito crítico. Saber ler imagens, obras de arte contemporâneas, implica em saber o contexto, se atualizar nele e interagir com ele. Esta é a proposta dessa pesquisa, fazer uma análise acerca do significado do Processo de leitura em uma situação educativa de um museu de arte contemporânea.

Lições das Coisas (ou Canteiros de Obras) através de uma Metodologia Baseada na Educação Patrimonial
Magaly de Oliveira Cabral
Orientador: Maria Aparecida Campos Mamede Neves
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1997
Instituições Depositárias: Biblioteca Setorial do CTCH – PUC-Rio
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Esta pesquisa teve como objetivo a análise da aplicação de uma metodologia baseada na educação patrimonial – proposta educacional centrada na matéria da cultura como fonte primária de conhecimento do mundo, da realidade; como fonte primária do aprendizado – dotado no Museu Imperial, Petrópolis, Rio de Janeiro. A escolha deste objeto de estudo baseou-se no primário de que a prática da ação educativa a partir do bem cultural necessita de uma sustentação teórica que possibilite a adoção de metodologias que incorporem os elementos fundamentais do processo de aprendizagem a partir de teorias do conhecimento e do desenvolvimento infantil. A análise da aplicação da metodologia se deu na prática cotidiana da atividade intitulada.

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Olho vivo: arte – educação na exposição labirinto da moda: uma aventura infantil
Maria Christina de Souza Lima Rizzi
Orientador: Ana Mae Tavares Bastos Barbosa
Instituição: Universidade de São Paulo – Escola de Comunicações e Artes
Nível: Doutorado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo:
A pesquisa tem como preocupação refletir sobre a experiência de arte-educação em exposições a partir do estudo da exposição Labirinto da Moda : Uma aventura Infantil, realizada pelo SESC – São Paulo de 1996 a 1998, com a curadoria de Gláucia Amaral. A partir do estudo de aspectos do processo expositivo (concepção, musealização e realização) e da reflexão sobre a especificidade do trabalho de monitoria (apreciação em exposições), propõe uma abordagem para a concepção de projetos educativos de exposições. Os procedimentos metodológicos baseiam-se em pesquisa ação participante e estudo de caso.

O MASP e a "Popularização" dos Museus: uma análise do papel da mídia
Marcia Eliane Rosa
Orientador: Cláudio Novaes Pinto Coelho
Instituição: Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero – Comunicação e Mercado
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: Bibl. Prof. José Geraldo Vieira – FCSCL
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O aumento de público nas exposições de arte têm demonstrado, desde a década de 80, a tendência dos museus de adotar uma política cultural voltada para a massificação dos eventos. Tal idéia, portanto, é divulgada pelos produtores culturais como a "popularização" dos museus, sendo utilizada no sentido de democratização do espaço e da arte. Nesse panorama, a mídia ocupa um papel essencial, divulgando e fortalecendo a idéia de "popularização". O trabalho jornalístico na área cultural tem compactuado com os objetivos da publicidade em persuadir e conduzir o leitor ao consumo de um produto, no caso, a exposição de arte. Nesta pesquisa são analisadas grandes produções de eventos culturais, em especial, as realizadas pelo MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) em 1997, quando completou 50 anos. Nesse período, o museu promoveu uma série de exposições itinerantes, chegando a atingir um público de 400 mil visitantes em Monet – O Mestre do Impressionismo, caracterizando esse acontecimento como um grande avanço na "democratização cultural". A pesquisa questiona essa democratização, mediante uma análise de elementos como a criação de uma "falsa aura" nesses eventos culturais, organizados como espetáculos, e valorizados como oportunidade de se adquirir capital cultural, aspectos que constituem em obstáculos para uma plena democratização da cultura.

Museu: uma perspectiva de educação em geologia
Maria Margaret Lopes
Orientador: Sonia Maria Barros de Oliveira
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1988
Instituições Depositárias: Universidade Estadual de Campinas – Biblioteca Central
Fonte: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT
Resumo: não disponível

Museu Arqueologico de Sambaqui : um olhar necessário
Elizabete Tamanini
Orientador: Pedro Paulo Funari
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1994
Instituições Depositárias: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação
Fonte: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT
Resumo: não disponível

Museu de Arte e Ação Educativa: proposta de uma metodologia lúdica
Maria Angela Serri Francoio
Orientador: Regina Stela Barcelos Machado
Instituição: Universidade de São Paulo – Artes
Nível: Mestrado
Ano: 2000
Instituições Depositárias: USP – ECA
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Esta dissertação apresenta o desenvolvimento de uma proposta de metodologia lúdica na área educativa para o público infantil, na Divisão de Ensino e Ação Cultural do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, no período de 1995 a 2000. Para isso, descreve três experiências significativas da pesquisa, nas seguintes exposições: 1. Alfredo Volpi: Homenagem aos cem anos de nascimento, e Alfredo Volpi: O toque revelador (1995-1996), 2. Retratos e auto-retratos: jogos, brinquedos e brincadeiras (1997) e 3. Ciranda de formas: bichos – jogos, brinquedos e brincadeiras (1999), sendo as duas últimas curadorias desta pesquisadora. Essa metodologia lúdica proposta tem início com a criação e construção de jogos a partir de reproduções das obras de arte. Ao longo da pesquisa, os jogos e os materiais lúdico-pedagógicos criados diversificam-se, para adequar-se às necessidades do processo de ensino e aprendizagem da arte no Museu, e ampliam-se com a realização de curadorias de exposições para crianças e com a criação de um Espaço lúdico permanente compondo a museografia dessas exposições. No momento atual, a formação de professores e a parceria com uma escola municipal de educação infantil trazem novos desafios à pesquisa.

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Museu de arte e público especial
Amanda Pinto da Fonseca Tojal
Orientador: Ana Mae Tavares Bastos Barbosa
Instituição: Universidade de São Paulo – Artes
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: USP – ECA
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
A presente dissertação tem por objetivo investigar a importância sócio-cultural do museu em relação ao seu público visitante, analisando os aspectos de acessibilidade física e sensorial do espaço museológico, bem como os programas de ação educativa em museus de arte dirigidas às especificidades e necessidades do público portador de deficiências visuais, auditivas, físicas e mentais, tendo por refer6encia a apresentação e avaliação do projeto "Museu e Público Especial" implantado pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo no ano de 1991.

O Museu de Ciências, a Estética e a Arte: relações com o ensino de ciências
Cátia Rodrigues Barbosa
Orientador: Lucíola Licínio de Castro Paixão Santos
Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais – Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UFMG – Biblioteca Universitária/ MEC-INEP
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Minha dissertação busca desvelar, no sentido de dar a conhecer, algumas reflexões e relações que são estabelecidas entre o museu e o ensino de ciências, através da prática de professores que exploram o espaço museal. o museu de ciências seria uma estratégia que apresenta potencialidade para promover aprendizagem? que tipos de relações os professores da área de ciências que exploram o espaço museológico estabelecem entre esse espaço e o ensino de suas disciplinas? a inter-relação ciência e arte, vivenciada pelo sujeito, através de sua experiência estética ao visitar o museu, implicaria em que tipo de relações com o ensino de ciências? com essas questões preliminares, surgiu o motivo desta pesquisa. buscamos analisar pelo discurso a experiência estética vivenciada por professores e alunos da 5ª a 8ª séries que visitaram o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, no sentido de identificar arte na sala de aula de ciências. visamos, também, analisar a visita do público não escolar no museu, com o objetivo de verificar a "presença " da dimensão estética para este público. (…)

Museu-Escola: uma experiência de integração
Maria Celia Teixeira Moura Santos
Orientador: Gizelda Santana Morais
Instituição: UFBA – Faculdade de Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1981
Instituições Depositárias: UFBA – Faculdade de Educação/Biblioteca Anisio Teixeira
Fonte: Teses. Massangana Banco de Dados. Fundação Joaquim Nabuco
Resumo: não disponível

Museu-educação: se faz caminho ao andar
Vera Maria Abreu de Alencar
Orientador: Vera Maria Ferrão Candau
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Educação.
Nível: Mestrado
Ano: 1987
Instituições Depositárias: Sistemas de Bibliotecas da PUC-RJ
Fonte: Sistemas de Bibliotecas da PUC-RJ
Resumo: não disponível

Museu, Informação e Comunicação: o processo de construção do discurso museográfico e suas estratégias
Luisa Maria Gomes de Mattos Rocha
Orientadores: Rosali Fernandez de Souza; Regina Maria Marteleto.
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Ciência da Informação
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UFRJ – ECO
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
Uma análise exploratória no campo da Ciência da Informação e da Museologia sobre o processo de construção do discurso museográfico e suas estratégias expositivas, enfocando-o com um processo informacional e comunicacional que envolve atividades técnicas e científicas, nas quais estão subjacentes uma gama de conceitos, idéias e visões de mundo que inscrevem as marcas de um discurso contextual – histórico, social e culturalmente determinado. Esta pesquisa apoia-se nos conceitos de discurso e informação para refletir sobre a "teia de significados possíveis" que constitui a exposição e na sua relação com o usuário de museus. Analisa o espaço da exposição do museu como um espaço comunicador, enfocando os museus históricos – entendidos aqui como aqueles que trabalham com objetivos históricos. Abordagem da informação, não somente como matéria-prima do trabalho museológico, mas também como possibilidade de transformação nas práticas culturais da sociedade moderna. Reflexão sobre a informação museológica como um fenômeno que transcende o objeto, o documento, o discurso, e configura-se como o articulador destas múltiplas instâncias que possibilitam a reflexão, o questionamento, a mudança.

Museus e Centros de Ciências – conceituação e proposta de um referencial teórico
Alberto Gaspar
Orientador: Ernst Wolfgang, Hamburger
Instituição: Universidade de São Paulo – Faculdade de Educação
Nível: Doutorado
Ano: 1993
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Banco de Dados Bibliográficos da USP

Resumo:
Inicialmente, apresentamos um breve relato critico sobre a historia dos museus desde suas origens ate nossos dias. Complementando esse relato apresentaremos, a seguir, um pequeno histórico dessa instituição no Brasil voltado especificamente a área de ciências, o que nos dará indicações valiosas tanto em relação a concepção como em relação as funções educacionais dessas instituições. Em seguida apresentamos uma proposta de conceituação para um determinado tipo de museu ou centro de ciências a partir de uma discussão sobre educação formal, não-formal, informal e do conceito de alfabetização em ciências e, a seguir, uma revisão geral das diversas pesquisas realizadas nessa área, a partir das quais pretendemos encontrar subsídios para o nosso trabalho. Prosseguindo apresentamos nossa proposta de adotar, como referencial teórico para a aprendizagem nestas instituições, a Teoria de Vygotsky acrescida da contribuição de trabalhos mais recentes de alguns de seus seguidores. Finalmente apresentamos o relato de nosso trabalho e nossas pesquisas no centro de ciências que dirigimos a luz das idéias ate então expostas e, como conclusão, a seguir, uma antevisão de um museu ou centro de ciências que orientasse seu projeto e suas atividades em consonância com os pressupostos aqui apresentados.

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Museus Interativos de Ciência: espaços complementares de educação. O surgimento da primeira instituição brasileira
Ana Cristina Chaves Costantin
Orientador: Vivian Mary Barral Dodd Rumjanek
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Química Biológica
Nível: Doutorado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFRJ
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
O presente estudo consiste numa reflexão e interpretação sobre o papel que os museus interativos de Ciência possuem enquanto espaços alternativos para a alfabetização científica da população. Faz um breve apanhado histórico mundial sobre o surgimento dos primeiros museus de ciência; relata o processo de dinamização que estes museus sofreram, até o aparecimento, na década de 1960, dos primeiros museus interativos de Ciência. Traça um paralelo do surgimento dos museus interativos de Ciência brasileiros; realizando uma retrospectiva histórica e crítica do primeiro museu deste gênero a surgir em nosso país: o Espaço Ciência Viva.

Museu Universitário em Área Rural: instrumento de valorização da cultura amazônica
Sonia Maria Pinheiro Viana
Orientador: Waldisa Russio Camargo Guarniere
Instituição: Fundação Escola de Sociologia e Política. Instituto de Museologia. São Paulo, SP
Nível: Mestrado
Ano: 1989
Instituições Depositárias: UFPA – Biblioteca Central
Fonte: Teses. Massangana Banco de Dados. Fundação Joaquim Nabuco
Resumo: não disponível

Um olhar vassalo: perfil do público na mostra da pintura francesa do Museu de Arte de São Paulo
Maria Elvira Melo Vieira
Orientador: João Augusto Frayze-Pereira.
Instituição: Universidade de São Paulo – Psicologia Social
Nível: Mestrado
Ano: 1998
Instituições Depositárias: USP – Instituto de Psicologia
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
O presente trabalho insere-se em uma linha de pesquisa (Frayze-Pereira) que tem como objetivo de observação o público que freqüenta museus. Tomamos para objeto desta pesquisa o púbico que freqüenta o Museu de Arte de São Paulo. Para realizar algum recorte, escolhemos trabalhar com o público de uma exposição determinada amostra da pintura francesa no acervo do MASP. Acompanhando a história de formação dessa acervo constatamos uma predominância de obras da escola francesa com destaque à escola impressionista. Assim, indagamos se o público que freqüenta esta exposição é um público que tem alguma relação específica com o MASP. Se retrata de um público que atribui uma identidade ao museu. Se é um público que tem por hábito freqüentar exposições, e se estamos aproximando-nos de um público comum ou de especialistas. Realizamos inicialmente uma apresentação mais geral: hábitos com relação a freqüentar ou não exposições, faixa etária, escolaridade, profissão, sexo, estado civil. Através de indagações quanto a escolha de obras preferidas, fizemos um levantamento de gosto e preferência. (…)

Padrões de Interação e Aprendizagem em Museus de Ciências
Douglas Falcao Silva
Orientadores: Henrique Gomes de Paiva Lins de Barros.
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Química Biológica
Nível: Mestrado
Ano: 1999
Instituições Depositárias: UFRJ
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo: não disponível

Pesquisa de Público em Museus e Instituições Abertas à Visitação: fundamentos e metodologias
Cristina Maria de Souza e Silva
Orientador: Mario Camarinho da Silva
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Escola de Comunicação
Nível: Mestrado
Ano: 1989
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo: não disponível

O Perfil Educativo dos Museus de Ciências da Cidade do Rio de Janeiro
Lucia Helena de Souza Rebello
Mestrado. Orientador: Sônia Krapas Teixeira
Instituição: Universidade Federal Fluminense – Educação
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: UFF – Biblioteca Central do Gragoatá
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
As discussões sobre educação não se restringem ao âmbito da educação formal, crescendo o papel dos espaços de educação não formal, como os museus de ciência e tecnologia. A literatura especializada fundamente a importância dos museus de ciência para a sociedade, como agentes de divulgação de conhecimento científico. Porém, essa literatura se limita ao estudo de reduzido número de museus. Na cidade do Rio de Janeiro existem cerca de 23 museus de ciência, sendo que pouco ou nada se conhece da maioria deles. Nesse sentido, pretendem-se identificar o perfil educativo dos museus de ciência do Rio de Janeiro, através do exame de suas propostas, com o objetivo de traçar um perfil das ações desenvolvidas no âmbito educativo. Para tal, foram recolhidos folhetos de divulgação dos museus analisados, questionários escritos, realizadas visitas e feitas entrevistas com profissionais buscando descrever a natureza e a diversidade dos programas educativos apresentados, bem como o papel que vem sendo cumprido por eles no campo educacional da divulgação científica. (…)

O projeto museu-escola como experiência na rede pública de primeiro grau – um estudo de caso
Regina de Souza e Silva
Orientador: Marilene Rosa Nogueira da Silva
Instituição: Universidade do Rio de Janeiro – Memória Social E Documento
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: UNIRIO – Biblioteca Central
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
Mediante um estudo de caso, o PROJETO MUSEU-ESCOLA da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, subsidiado, principalmente, pela fala dos professores, introdutora ao universo de seu próprio imaginário e ao dos alunos, desvela-se, sob a ótica dos sistemas simbólicos, o resultado da interseção do trabalho realizado pelos museus e pelas escolas públicas do primeiro grau, na cidade do Rio de Janeiro, atribuindo-se a essas duas instâncias o papel de agências reprodutoras da cultura hegemônica – materializada pelos bens culturais e signos da educação formal. A dissertação analisa, com o aprofundamento do olhar sobre parte do cotidiano nas escolas, a ação operatória das estruturas estruturantes e estruturadas, onde também se inserem o Museu e a Escola Pública, quanto ao trato das representações da memória coletiva, ação essa sempre atualizada pelo discurso competente dos detentores do poder, cujo objetivo tem sido dissolver, ideologicamente, tanto as diferenças e contradições peculiares às diversas esferas da sociedade, quanto as formas de resistência dos diversos grupos sociais. (…)

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A relação museu-escola no município de Vitória
Sebastião Pimentel Franco
Orientador: Helena Regina Simões
Instituição: Universidade Federal do Espírito Santo – Centro Pedagógico
Nível: Mestrado
Ano: 1993
Instituições Depositárias: Bibliotecas do SIBI – USP
Fonte: Bibliotecas do SIBI – USP
Resumo: não disponível

Revelando o Museu Victor Meirelles rumo à descoberta do seu potencial pedagógico e à educação em artes visuais em Florianópolis
Terezinha Sueli Franz
Orientador: Natalice de Jesus Rodrigues Giovannoni
Instituição: Universidade Federal do Paraná – Educação
Nível: Mestrado
Ano: 1996
Instituições Depositárias: Edifício Dom Pedro I – HE (sem maiores informações)
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
O principal objetivo do trabalho é iniciar as reflexões em torno do potencial pedagógico do Museu Victor Meirelles e do seu acervo rumo à democratização cultural e artística e à educação em artes visuais em Florianópolis. Victor Meirelles de Lima, nascido em Desterro, atual Florianópolis, a 18 de agosto de 1832, possui museu em seu nome desde 1952, na casa onde nasceu, tendo esse museu passado por décadas de descaso. Com a intenção de diminuir o distanciamento entre o público e esse museu, e para que os escolares possam ter melhor acesso ao seu potencial pedagógico, são revelados, nessa pesquisa: a composição de seu acervo, os aspectos relevantes de sua história e os programas educativos que desenvolve. Por fim, são feitas sugestões para tornar esse museu um significativo local de pesquisa de arte, e de como utilizá-lo e ao seu acervo, estabelecendo relações com a cidade onde se insere, de modo a trazer a arte mais perto do cotidiano dos escolares de Florianópolis. Esse museu foi escolhido como objeto de estudo principalmente para chamar a atenção da comunidade local para o artista Victor Meirelles, seu museu e o acervo deste, em forma de 63 obras de arte, hoje praticamente ignoradas pela comunidade escolar de Florianópolis. A intenção principal é a de revalorizar o grande artista em sua cidade natal.

A Teoria da Classificação no Campo Comunicacional: um olhar sobre a comunicação em bibliotecas, museus e arquivos
José Mauro da Conceição Pinto
Orientador: Luiz Carlos Lopes
Instituição: Universidade Federal Fluminense – Comunicação, Imagem e Informação
Nível: Mestrado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: Biblioteca Central do Gragoatá – UFF
Fonte: Banco de Teses – CAPES
Resumo:
A dissertação analisou alguns aspectos das práticas comunicacionais e informacionais utilizadas em instituições culturais sediadas no Rio de Janeiro. Essa reflexão foi pautada na classificação dos acervos destas instituições – bibliotecas, museus e arquivos. Assim, pesquisou-se a prática da classificação de acervos biblioteconômicos, museográficos e arquivísticos, visando à demonstração do papel que é dada a esta atividade, sua ênfase, limites e situação atual. Tal opção se justificou pela constatação de que a atividade classificatória desempenha um papel relevante nessas instituições, no sentido de comunicar para a sociedade o conteúdo informacional de seus acervos.

Vidas Transplantadas: museu, educação e a cultura material na (re)construção do passado
Elizabete Tamanini
Orientador: Pedro Paulo Abreu Funari
Instituição: Universidade Estadual de Campinas – Educação
Nível: Doutorado
Ano: 2001
Instituições Depositárias: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação- Biblioteca
Fonte: Banco de Teses – CAPES

Resumo:
A presente pesquisa tem como intenção primordial estudar a preservação da memória no contexto da Imigração no Sul do Brasil, sob o olhar da cultura material. A estruturação deste estudo deu-se por meio de vários movimentos, onde retrato a preocupação com os discursos produzidos e disponibilizados ao público nos Museus em especial o que se produz e é consumido pelo ensino. Elaborou-se a partir daí, uma reflexão sobre memória, educação, etnicidade estabelecendo relações intrínsecas ao objeto Museu. Desta caminhada emergiu a fundamentação primeira para a construção da interrogação deste estudo: Em que medida os museus são testemunhos da identidade cultural dos povos e instrumentos de um diálogo intercultural que facilita a compreensão da sociedade e do mundo a partir da preservação e da promoção do patrimônio? Ao apreender os significados deste contexto e, contudo a criação de um ideário de colonização e imigração bem sucedida, cujas imagens se articulam e rearticulam-se em diferentes momentos e classes sociais distintas. Assim, a cristalização deste ideário encontrou em Joinville, um cenário perfeito para a legitimidade destas memórias e imagens: O Museu Nacional de Imigração e Colonização, daí nossas proposições.

Em foco: professores de Artes e suas experiências com os materiais educativos Lá vai Maria, Bem-vindo, professor! e arte br
Maria de Lourdes Sousa Fabro
Orientador: Profa. Dra. Mirian Celeste Ferreira Dias Martins.
Instituição: Universidade Estadual Paulista – Instituto de Artes
Nível: Mestrado
Ano: 2007
Fonte: Instituto Arte na Escola

Resumo:
A presente pesquisa trata dos materiais educativos, elaborados por instituições culturais, e a utilização dos mesmos por professores de Artes da Rede Estadual de São Paulo, especificamente da Região de Barretos. O corpus do estudo foi composto pelos materiais educativos arte br – Instituto Arte na Escola, Lá Vai Maria – Centro Universitário Maria Antonia e Bem-vindo, professor! – Pinacoteca do Estado de São Paulo. Estes materiais foram selecionados por terem sido enviados às escolas por meio da Diretoria de Ensino. Este estudo tem por finalidade responder: Os materiais chegam até os professores?; Quais são os “entraves” para este recebimento?; e Como o professor utiliza estes materiais?, foram utilizados como instrumentos de coleta de dados um “Auto-retrato” e uma “Autobiografia” com o objetivo de traçar o perfil dos participantes para posterior aprofundamento do estudo, o qual pautou-se na realização de Grupos Focais com intuito de ouvir o professor diretamente, suas práticas com os materiais educativos, angústias e necessidades.
Esta pesquisa reafirma a importância dos materiais educativos para a atuação do professor de Artes, mostrando o quanto é essencial para este poder falar, e colaborar com as pesquisas do ensino e da aprendizagem da arte, como parceiros abertos a ouvir, falar, escutar, refletir e criticar.

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